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<title>v. 6 n. 2 (2022)</title>
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<title>Perspectivas feministas no romance Orlando e no ensaio Um teto todo seu de Virginia Woolf: ideias que navegam em textos</title>
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<description>Perspectivas feministas no romance Orlando e no ensaio Um teto todo seu de Virginia Woolf: ideias que navegam em textos
Pinho, Davi; Nogueira, Nícea Helena de Almeida
Escritos entre 1927 e 1929, o romance Orlando: uma biografia e o ensaio Um teto todo seu, ambos de Virginia Woolf, apresentam várias sobreposições na forma e no conteúdo que revelam uma linha de pensamento em comum sobre as suas perspectivas feministas. As mesmas técnicas narrativas paródia, ironia e o jogo metaficcional autoconsciente são utilizadas e os textos são similares quanto à temática e ao estilo. Neles, Woolf defende que o gênero é construído e não está ligado nem ao sexo e nem à identidade, o que reverbera nas discussões da crítica feminista atual. A estrutura do texto dividida em seis partes está presente no romance e no ensaio, assim como os personagens ficcionais que assumem a posição de narrador. A discussão sobre androginia no ensaio tem seu paralelo com as personagens andróginas no romance. A partir da crítica literária especializada na autora, os dois textos são revisitados na intenção de defender que,  o longo de sua obra, as mesmas ideias percorrem textos distintos e consolidam o seu pensamento sobre as condições da produção artística de autoria feminina, ensejando, ao mesmo tempo, questionamentos ainda necessários sobre socializações de gênero.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Construindo um museu de literatura</title>
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<description>Construindo um museu de literatura
Reis, Claudia Barbosa
O Museu da Inocência, criado em Istambul por Orhan Pamuk de modo concomitante com o romance homônimo, é o ponto de partida para uma reflexão sobre as possibilidades de musealização das obras literárias em todos os seus aspectos.
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<title>Reflexões sobre edição de textos históricos</title>
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<description>Reflexões sobre edição de textos históricos
Oliveira, Carla; Carmo, Laura do
O presente texto tem como ponto de partida a participação no projeto “Levantamento de fontes e transcrição de textos para Obras Completas de Rui Barbosa”, da Fundação Casa de Rui Barbosa, com (?) a leitura da obra Publicação de documentos históricos, de Emanuel Araújo, e propõe reflexões acerca do ofício de publicação de textos históricos, sejam eles de cunho literário, técnico, documentos oficiais, cartas etc. Enfatizando a importância dessa prática, que possibilita o resguardo da memória e a circulação de conhecimento, o artigo tem como objetivo, ainda, abordar alguns diferentes tipos de edição e suas respectivas relevâncias, de acordo com seus públicos-alvo. Finalmente, baseadas em apontamentos pinçados de César Nardelli Cambraia, no seu livro Introdução à crítica textual (2005), pretendemos mostrar como o trabalho de edição, se feito de maneira cuidadosa e adequada, é capaz de revigorar uma obra do passado e, sobretudo, potencializar o que ela tem a oferecer ao longo do tempo.
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<title>Da forma simples à forma estética: apropriação, paródia e reflexão sobre o fazer estético em Clarice Lispector</title>
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<description>Da forma simples à forma estética: apropriação, paródia e reflexão sobre o fazer estético em Clarice Lispector
Valentin, Leandro; Franco Junior, Arnaldo
A partir de uma pesquisa documental em fontes primárias, o presente artigo discute a famosa receita para matar baratas, presente em textos de Clarice Lispector, publicados em páginas femininas de jornal e no conto “A quinta história”. Nossa pesquisa mostra que, em jornais da década de 1920, essa receita já era publicada em páginas de suplementos agrícolas e em seções de conselhos sobre afazeres domésticos e que, a partir da década de 1940, foi republicada várias vezes em páginas femininas de jornais e revistas. Portanto, em 1952, ano da primeira publicação de um texto da autora com essa receita, Clarice Lispector operava com uma apropriação potencialmente parodística de um texto republicado na imprensa ao longo de anos e que, até então, não apresentava autoria definida. O presente artigo recupera, cronologicamente, a trajetória de publicações dessa receita na imprensa até 1952 e investiga, nas publicações de Lispector que incluem essa receita, os procedimentos literários da autora sob o prisma da teoria da paródia e da teoria do conto. Defendemos a ideia de que a apropriação da receita de matar baratas e o percurso desses textos nas páginas femininas, até a versão final de “A quinta história”, permitem refletir sobre o fazer estético em Clarice Lispector, reforçando traços de seu fazer literário, além de Clarice mimetizar a própria trajetória do conto moderno, marcada pela passagem de uma forma simples para uma forma artística (JOLLES, 1976).
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