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<title>Biblioteca digital de teses e dissertações (BDTD)</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11997/2012</link>
<description>Dissertações dos alunos do PPGMA</description>
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<dc:date>2026-09-23T18:15:53Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11997/19145">
<title>Inventário como uma estratégia de preservação do patrimônio esportivo: Estudo de caso acervo museológico do Clube de Regatas do Flamengo</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11997/19145</link>
<description>Inventário como uma estratégia de preservação do patrimônio esportivo: Estudo de caso acervo museológico do Clube de Regatas do Flamengo
Silva, Ariane Corrêa Silvestre da
Esta dissertação analisa os processos de inventário do acervo museológico em instituições esportivas brasileiras, tomando como estudo de caso principal o acervo do Departamento de Patrimônio Histórico do Clube de Regatas do Flamengo e estabelecendo uma análise comparativa com os museus do Sport Club Internacional, do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense e do Botafogo de Futebol e Regatas. Parte-se do pressuposto de que um processo de documentação estruturado e sensível às particularidades do patrimônio esportivo potencializa as dinâmicas de preservação e gestão desses acervos. A pesquisa parte do seguinte questionamento: as metodologias de inventariação já estabelecidas, voltadas à preservação e à gestão de acervos museológicos, são suficientes para atender às especificidades dos museus do esporte? A investigação é aplicada, de abordagem qualitativa, fundamenta-se em pesquisa bibliográfica, análise documental e estudo de caso, com ênfase na análise comparativa das fichas de inventário e dos procedimentos documentais adotados pelas instituições estudadas, considerando seus campos, terminologias e metodologias de preenchimento. Os resultados evidenciam três desafios centrais: (1) a inconsistência no uso da terminologia museológica aplicada ao patrimônio esportivo; (2) a escassez de metodologias específicas voltadas à gestão desse tipo de acervo; e (3) a insuficiência de políticas públicas direcionadas à preservação do patrimônio esportivo no contexto brasileiro. O marco teórico articula contribuições de Cristina Mitidieri (2022), acerca da museologia voltada a clubes esportivos, de Lúcia Alegrias (2017), no que se refere às representações identitárias no futebol, e de Christian Bromberger (2021), que compreende o esporte como fenômeno cultural e patrimônio. A análise demonstra como a adoção de práticas documentais padronizadas, fundamentadas nas normativas internacionais do Spectrum 4.0, do CIDOC, do Object ID e nas diretrizes do ICOM, pode qualificar os processos de preservação da memória esportiva. Como resultado, a dissertação propõe a elaboração de um guia prático para o preenchimento de inventário de acervos museológicos do patrimônio esportivo, concebido como um instrumento de fácil aplicação, voltado a museus vinculados a clubes esportivos, com definição de campos mínimos, orientações de preenchimento e exemplos práticos, contribuindo para o fortalecimento das práticas de documentação museológica nesse campo específico.
Banca examinadora: Claudia S. Rodrigues de Carvalho, FCRB  (orientadora); Elizabete de Castro Mendonça, UNIRIO (coorientadora); Aparecida Marina de Souza Rangel, FCRB (membro interno); Ana Lígia Medeiros, FCRB (membro interno suplente); Maria Cristina Mitidieri (membro externo); Jorge Astorga, UFRJ (membro externo suplente)
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11997/19144">
<title>Patrimônio industrial e turismo cultural pela perspectiva da antiga Fábrica Bhering</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11997/19144</link>
<description>Patrimônio industrial e turismo cultural pela perspectiva da antiga Fábrica Bhering
Nascimento, Letícia Lima do
O trabalho tem como objetivo analisar a experiência da Fábrica Bhering, uma antiga fábrica de chocolates e café, localizada no bairro de Santo Cristo, na cidade do Rio de Janeiro, sob o viés do turismo cultural. A construção ficou obsoleta no final do século XX e no século XXI ganhou um novo uso, se tornando um centro de lazer, cultura e economia. Em 2018, tornou-se um patrimônio cultural carioca, ao ser tombado pela prefeitura, tendo a atenção e a visita das pessoas ao lugar. Seguindo uma tendência de valorização do patrimônio industrial pelo mundo e sua reinserção na vida cotidiana das cidades, a Fábrica Bhering tem suas peculiaridades que precisam ser devidamente trabalhadas para o sucesso da sua preservação e da atividade turística, que por meio do turismo industrial, também pode ajudar nesse processo de reconhecimento da importância e apreciação do espaço. O trabalho apresenta a história da empresa Bhering e segue com sua relação com a construção, além de discutir sobre o patrimônio industrial e o turismo cultural industrial. Como resultado, o objeto do estudo tem relevância e potencial e pode fazer parte de um novo projeto turístico da cidade do Rio de Janeiro.
Banca examinadora: Claudia S. Rodrigues de Carvalho, FCRB (orientadora); José Almino de Alencar e Silva Neto, FCRB (membro interno); Ana Maria Pessoa dos Santos, FCRB (membro interno suplente); Manoela Rossinetti Rufinoni, EFLCH-UNIFESP (membro externo); Patrícia Cavalcante Cordeiro, FIOCRUZ (membro externo suplente)
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11997/19143">
<title>Desafios na gestão do Museu Nacional de São Tomé e Príncipe</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11997/19143</link>
<description>Desafios na gestão do Museu Nacional de São Tomé e Príncipe
Pimentel Neto, Dʼjadjingu Quaresma Cardoso
O Museu Nacional de São Tomé e Príncipe, criado em 1976, é uma instituição cultural de grande relevância para a memória nacional, o que não o isenta de enfrentar desafios, de naturezas variadas, para conseguir cumprir a missão de preservação, valorização e difusão da identidade do povo são-tomense. Nesta perspectiva, o presente estudo propõe-se a analisar criticamente os principais obstáculos enfrentados pelo Museu Nacional de São Tomé e Príncipe ao longo de sua trajetória, bem como a identificar suas causas e consequências. A pesquisa de natureza documental, bibliográfica e descritiva, teve, ainda, na metodologia da história oral, um grande suporte para acessar as memórias de colaboradores da instituição e gestores ligados à órgãos culturais do país, ampliando e diversificando as fontes utilizadas na construção desta dissertação. Muitas das análises aqui apresentadas são oriundas das minhas observações, como funcionário da instituição e, portanto, tenho um duplo papel neste estudo. O produto desta pesquisa é a minuta do primeiro Plano Museológico de um museu são-tomense, elaborado cuidadosamente, na expectativa de contribuir para a estruturação e consolidação do Museu Nacional de São Tomé e Príncipe. Esta importante ferramenta de gestão poderá, ainda, ser um modelo para outros museus do país que também carecem de normativas estruturantes.
Banca examinadora: Maria Luísa de Oliveira Soares, FCRB (orientadora); Aparecida Marina de Souza Rangel, FCRB (coorientadora); Ana Ligia Silva Medeiros, FCRB (membro interno); Edmar Moraes Gonçalves, FCRB (membro interno suplente); Márcio Ferreira Rangel, MAST (membro externo); Joaquim Marçal Ferreira de Andrade, FBN (membro externo suplente)
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/20.500.11997/19142">
<title>Livro e leitor na Revista do Livro (1967-1970): designação e discurso</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11997/19142</link>
<description>Livro e leitor na Revista do Livro (1967-1970): designação e discurso
Rosa, Carlos Eduardo Santos Santa
Esta dissertação investiga os sentidos de livro e leitor presentes na Revista do Livro, do Instituto Nacional do Livro, entre os anos de 1967 e 1970, durante a direção do general Umberto Peregrino. Aborda a leitura como objeto de pesquisa de estudos pedagógicos, histórico-culturais e sociopolíticos. Revisa fundamentos históricos e teóricos da área de política pública, especificamente as políticas educacionais e culturais no Brasil. Situa historicamente a área de educação e cultura nos anos 1960, com destaque para o Instituto Nacional do Livro. A seguir, trata do conceito de discurso em várias áreas da linguística e da história para se concentrar nos&#13;
campos da análise de discurso e da semântica de base enunciativa, formulados por Eni Orlandi e Eduardo Guimarães, respectivamente. Finalmente, por meio da metodologia do domínio semântico de determinação em cooperação com conceitos da análise de discurso, analisa os sentidos de livro e leitor nos textos selecionados e os relaciona à ideologia da modernização autoritária na ditadura militar.
Banca examinadora: Soraia Farias Reolon, FCRB (orientadora); Lia Calabre, FCRB (membro interno); José Almino de Alencar, FCRB (membro interno suplente); André Crim Valente, UERJ (membro externo); Denise Salim Santos, UERJ (membro externo suplente)
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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