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<title>Revista Escritos</title>
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<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 17:04:22 GMT</pubDate>
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<title>Revista Escritos</title>
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<title>Relações entre poema visual e livro na poesia concreta brasileira</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11997/18235</link>
<description>Relações entre poema visual e livro na poesia concreta brasileira
Guimarães, Júlio Castañon
O artigo aborda a produção de poemas visuais do grupo concretista brasileiro (Haroldo de Campos, Augusto de Campos e Décio Pignatari), bem como de alguns outros autores que posteriormente se afastaram do grupo. Procura mostrar como a composição de vários poemas desses autores envolve elementos que ultrapassam o espaço ou a conformação habitual da página. Os elementos visuais que constituem os poemas implicam uma modificação na leitura da pá­gina, na manipulação da página, em como essa página se integra ao conjunto do livro, e consequentemente no próprio projeto gráfico do livro.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Consumo, deslumbramento, “bobagens de nosso daydream diário”: o iluminismo na era da luz neon</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11997/18234</link>
<description>Consumo, deslumbramento, “bobagens de nosso daydream diário”: o iluminismo na era da luz neon
Moya, Sérgio Delgado
Na poesia concreta brasileira, especialmente em Poetamenos de Augusto de Campos, a fascinação serve como mediação do desejo num mundo dominado pela lógica mercantil. A fascinação serve como manipulação, mas serve também como distração e diversão, como deriva e como desvio. Na poesia concreta, a fascinação é o que nos faz desviar a leitura do mais eficiente e utilitário na linguagem: sua pretensão de claridade, de transparência na comunicação. A poesia sempre foi excesso, encanto, exuberância, e os poemas de Poetamenos reivindicam a capacidade da linguagem para condensar sentidos densos, concretos. A cor, a forma visual e a textura cumprem papéis centrais nos modos de fazer sentido ensaiados nesses poemas, que atraem leitores de um jeito que imita mas que não é redutível à logica do consumo capitalista. A poesia e linguagem da cultura de consumo, conjugadas como estão na poesia concreta, diferem na sua substância e nas suas intenções, mas nem sempre na sua aproximação à linguagem como material constitutivo.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Tradição auditiva e mímesis: uma possível aproximação da linguagem de Guimarães Rosa</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11997/18233</link>
<description>Tradição auditiva e mímesis: uma possível aproximação da linguagem de Guimarães Rosa
Faria, Regina Lúcia de
Para abordar a linguagem rosiana, o ensaio pretende fazer uma leitura do conto “Cara-de-Bronze”, de João Guimarães Rosa, tendo em vista a noção de tradição auditiva desenvolvida por Luiz Costa Lima. Como se procurará mostrar, a escrita resultante da auditividade pode propiciar a produção de uma linguagem alusiva, não conceitual, portanto, metafórica, base da mímesis artística.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>O poeta enfastiado: Álvares de Azevedo, crítico do Romantismo</title>
<link>http://hdl.handle.net/20.500.11997/18232</link>
<description>O poeta enfastiado: Álvares de Azevedo, crítico do Romantismo
Cunha, Cilaine Alves
O texto apresenta uma abordagem da obra de Álvares de Azevedo, considerando seu diálogo crítico com princípios e práticas artísticas em voga na época. O poema “A lagartixa” satiriza a permanente reprodução da lírica de amor. Em “Luar de verão”, o enfrentamento de algumas tópicas românticas vale-se de uma ironia sutil, às vezes sarcástica, e aponta para o traço metapoé­tico de sua obra. Algumas obras do autor tematizam a derrocada de gêneros e procedimentos poéticos tradicionais enquanto espera o surgimento de novos fundamentos artísticos e tendências poéticas.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
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